Processo Seletivo do Programa de Mestrado Profissional em Culturas Africanas, da Diáspora, e dos Povos Indígenas – PROCADI

Os resultados das etapas do Processo Seletivo para Ingresso no Programa de Mestrado Profissional em Culturas Africanas, da Diáspora, e dos Povos Indígenas – PROCADI, do Núcleo de Estudos sobre África e Brasil, da Universidade de Pernambuco, para o ano letivo de 2018, podem ser acompanhadas no site institucional da IES, sob o link http://www.upe.br/garanhuns .

Anúncios
Publicado em Últimas Notícias

[CONEAB] Publicação de nova edição

Acabamos de publicar os Anais da segunda edição do Congresso Internacional de Estudos sobre África e Brasil (CONEAB) https://anaisconeab.wordpress.com/edicao-atual/. Convidamos a navegar no sumário para acessar os artigos e itens de interesse.

Publicado em Últimas Notícias

NEAB na Semana Universitária UPE 2017

BANNERS_SITE_1920X928 (2)

Programação

05/12 – Terça-feira – 19:30

PALESTRA: Figuras dos Negros e Índios no Cinema: o que a escola tem a ver com isso?
Prof. Dr. Josaniel Vieira da Silva
Mediadora: Profª. Drª. Silvania Núbia Chagas

06/12 – Quarta-feira – 19:30

PALESTRA: Cantando a liberdade: interlocuções entre o funk e o cárcere
Profª. Drª. Jaciara Josefa Gomes
Mediador: Prof. Ms. José Aldo Ribeiro da Silva

07/12 – Quinta-feira – 19:30

PALESTRA: Fenomenologia e linguagem na construção de identidades negras em redes sociais digitais
Prof. Ms. Renato Lira Pimentel
PALESTRA: Identidades poéticas e intertextuais em Paulina Chiziane
Profª. Maria Rosane Alves da Costa:. Mediadora: Profa. Ms. Sara de Miranda Marcos

08/12 – Sexta-feira – 19:30

MESA- REDONDA: Autoria Feminina entre África e Brasil
Ana Paula Tavares: Reivindicações da voz feminina no território palavra
Prof. Ms. José Aldo Ribeiro da Silva
A escrita de autoria feminina na poesia marginal: Ana Cristina Cesar
Profª. Ms. Sara de Miranda Marcos
Mediadora: Profª. Drª. Silvania Núbia Chagas

Download da Programação em PDF (clique aqui)

Publicado em Últimas Notícias

Seminário Salvador e suas cores 2017: arquiteturas afro-brasileiras – um campo em construção

Vimos através desse, convidá-los a participar e divulgar em sua comunidade acadêmica o seminário “Salvador e Suas Cores 2017: Arquiteturas Afro-brasileiras – Um Campo em Construção”, a ser realizado na FAUFBA – Faculdade de Arquitetura da UFBA, nos dias 23 a 25 de novembro de 2017, pelo grupo de pesquisa EtniCidades: grupo de estudos étnicos e raciais em arquitetura e urbanismo, www.etnicidades.arq.ufba.br .
O seminário tem como objetivo promover a construção de um campo de debate, pesquisa, e ensino na esfera disciplinar da Arquitetura e Urbanismo sobre as questões etnico-raciais em suas relações com a Arquitetura, Cidade, e Urbanismo, notadamente, no que tange ao legado civilizatótio dos Africanos no Brasil, ainda lacunar, na formação de arquitetos e urbanistas, na historiografia e teoria da arquitetura, no planejamento de cidades e projetos arquitetônicos. Busca tecer a relação do Negro com a edificação de arquiteturas, territórios e cidades no país, visando traçar a construção de uma agenda que venha a contemplar as “Arquiteturas Afro-brasileiras”
Esse evento integra o Novembro Negro na UFBA, e a Semana da Consciência Negra em Salvador.
A programação completa com os trabalhos aprovados já estão disponíveis para consulta no site do evento: https://etnicidadesarq.wixsite.com/sssc2017

Publicado em Últimas Notícias

III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil (Programação Geral)

forum

Data: 19 a 21 de outubro de 2017
Local: Comunidade indígena de Nazaré, povos Tabajara e Tapuio-Itamaraty (Lagoa de São Francisco, Piauí)
Realização: Rede Indígena de Memória e Museologia Social do Brasil e Associação dos Povos Indígenas Tabajara e Tapuio-Itamaraty da comunidade Nazaré.
Apoio: Museu do Índio-RJ, Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE-UFPE), Rede Cearense de Museus Comunitários, Prefeitura Municipal de Lagoa de São Francisco, Obra Kouping do Piauí, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (IEPÉ), Governo do Estado do Piauí, Associação para o Desenvolvimento Local Co-Produzido (ADELCO), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Departamento de Ciências Sociais e Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPI) e Universidade Estadual do Piauí (UESPI).
Finalizamos as inscrições e o resultado foi o seguinte:
29 pesquisadores (7 estados e 3 países)
21 estudantes (4 estados)
114 indígenas (12 estados e 3 países)
________
164 inscritos
O III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil é um encontro de povos indígenas que desenvolvem processos museológicos e ações educativas com patrimônio e memória em seus territórios, concebido com o objetivo político de avançar na organização da Rede Indígena de Memória e Museologia Social, potencializando os processos museológicos colaborativos através da definição de linhas de trabalho coletivas, estruturas de gestão e tomadas de decisão, formas de funcionamento e dinâmicas de atuação. No III Fórum direcionamos nossas atividades para uma ampla troca de experiências entre povos e museus indígenas participantes e, ao optarmos por metodologias que estimulam o trabalho conjunto e a construção coletiva do conhecimento, objetivamos promover um diálogo que produza um planejamento para ser desenvolvido nos próximos anos pelas iniciativas e povos integrantes da Rede Indígena de Memória e Museologia Social do Brasil.
As atividades do III Fórum foram planejadas a partir de quatro linhas temáticas: Trocas de experiências; O conceito de museu indígena; Organização social dos povos indígenas; Articulação e organização em rede. As rodas de diálogo, dinâmicas e de formato horizontal, estimulam a participação e a reflexão coletiva. O desafio de provocar reflexões e diálogos criativos através de palavras e perguntas-geradoras, ora direcionadas a cada povo ora a grupos interétnicos, estimulando-os pela divisão em equipes de trabalho e apresentações coletivas dos debates; se direciona para concretizar o objetivo de tornar deste Fórum um momento de construção coletiva que possibilitará a criação de uma estrutura de gestão coletiva em âmbito da Rede Indígena de Memória e Museologia Social, inspirada nos elementos da organização social dos povos onde os museus indígenas estão localizados, que defina critérios de participação, formas de consulta, instâncias decisórias, atribuição de funções, linhas de trabalho, dinâmica de funcionamento, planejamento, execução de atividades e os projetos coletivos. As rodas de diálogo, dinâmicas e de formato horizontal, estimulam a participação e a reflexão coletiva. O III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil é o principal espaço de diálogo entre coletividades indígenas que, partindo de seus diferentes modos de organização social e de suas diversificadas políticas da memória, direcionam seus esforços para o fortalecimento de uma organização em rede de museus indígenas.
O Fórum constitui também um importante momento na consolidação de redes de diálogo intercultural à nível latino-americano, no tocante aos museus dos povos indígenas, efetuado nos últimos anos principalmente através da aproximação das iniciativas brasileiras com a Red de Museos Comunitarios de America e com a Unión de Museos Comunitarios de Oaxaca (UMCO), representada pelo indígena zapoteco Adrián Silva Rodriguéz no III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil.

PROGRAMAÇÃO
1o- dia
Dia 18 de outubro de 2017, quarta-feira
TARDE
Pré-evento do III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil
14 às 17hs
Roda de Conversa
Museus, memória e resistência dos povos indígenas no Brasil
Participantes: Pesquisadores e indígenas participantes do III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil, em translado por Teresina.
Local: Universidade Federal do Piauí – UFPI, Campus Teresina-PI
17hs
Saída do ônibus da UFPI de Teresina para a comunidade de Nazaré, município de Lagoa de São Francisco
Início da chegada das delegações de indígenas, pesquisadores e estudantes na comunidade Nazaré
20hs
Jantar e acolhimento
2o- dia
Dia 19 de outubro de 2017, quinta-feira
MANHÃ
7hs
Café-da-manhã
8hs
Início do credenciamento dos participantes
9hs
Ritualística de abertura do III Fórum Nacional de Museus Indígenas
Palavras da comissão organizadora e dos povos indígenas do Estado do Piauí
Breve apresentação das delegações e participantes
Caciques, pajés e lideranças tradicionais dos povos presentes
Rede Indígena de Memória e Museologia Social, organizações indígenas e instituições parceiras
10:30hs
Divisão das comissões de trabalhos
Notas do III Fórum
Limpeza e organização do espaço
Dinâmicas
Distribuição de material
Pontualidade
11hs
Palestra de abertura
Memória, autonomia e museus comunitários nas lutas dos povos indígenas de Oaxaca (México): a experiência da Unión de Museos Comunitarios de Oaxaca, UMCO (1991-2017)
Memória, autonomía y museos comunitarios en las luchas de los pueblos indigenas de Oaxaca (México): la experiencia de la Unión de Museos Comunitarios de Oaxaca, UMCO (1991-2017)
Ministrante: Maestro Adrián Silva Rodriguéz, integrante do comitê do Museo Comunitario San Francisco Cajonos (pueblo San Francisco Cajonos, Sierra Norte, Oaxaca) e presidente do Consejo Directivo da UMCO.
12:30hs
Almoço
TARDE
14hs
Roda de diálogos 1
Trocas de experiências entre os museus e povos indígenas
Metodologia:
Divisão por museu-experiência e povo, diálogo e posterior apresentação no coletivo. Antes do início dos trabalhos, nomear o grupo e definir um coordenador e um relator para cada grupo. Na sistematização e apresentação dos resultados, sugere-se ampla participação. Utilizar as cartolinas e pincéis para sistematizar o debate. Os grupos, sejam os interétnicos ou os por museu-experiência e povo, se reunirão durante várias rodas de diálogo durante o Fórum.
Perguntas-geradoras
Em grupo:
Quem somos e onde estamos?
O que fazemos e como fazemos?
Como surgiu o museu em nossa comunidade?
Quais são os nossos objetivos?
Quais são as nossas dificuldades e os nossos desafios?
Como o museu indígena e a memória contribuem e fortalecem nossas lutas?
Pergunta para a reflexão coletiva:
O que temos em comum e o que temos de diferente?
16:30hs
Roda de diálogos 2
O conceito de museu para nós indígenas
Metodologia: Divisão em grupos interétnicos, diálogo e posterior apresentação no coletivo.
Perguntas-geradoras
Em grupo:
Como definimos um museu indígena?
O que é o museu para nosso povo?
Qual a função do museu em nosso povo? Como atuamos no museu?
Qual a importância da memória para a luta dos povos indígenas?
Como os museus podem contribuir para a luta dos povos indígenas? (Esta última resposta através de desenhos coletivos)
Pergunta para a reflexão coletiva
O que podemos fazer juntos? (Ao final, será construído um mural coletivo com palavras-geradoras)
NOITE
19hs
Jantar
20:30hs
Noite Cultural – União das Espiritualidades dos Povos
Ritual mediado por Ninawa Huni Kuin (AC), em torno de caciques e pajés presentes
3o- dia
20 de outubro de 2017, sexta-feira
MANHÃ
7hs
Café-da-manhã
8:30hs
Roda de diálogos 3
Organização social dos povos indígenas
Metodologia:
Divisão por museu-experiência e povo, diálogo e posterior apresentação no coletivo.
Perguntas-geradoras
Em grupo:
Como nos auto-denominamos e porque?
Como contamos nossa história?
Como é nossa relação com o território em que vivemos?
Quais as formas, espaços e instâncias de organização coletiva do povo-comunidade-grupos? (Listar)
Como e com quem atuam cada uma delas?
Quais os principais espaços de discussão visando tomadas de decisões coletivas e como funcionam estes espaços?
Como estamos organizados a níveis macro, médio e micro?
Qual a relação do museu indígena com a organização social do povo?
Pergunta para a reflexão coletiva:
Como o museu indígena pode contribuir no fortalecimento da organização social dos povos?
11hs
Roda de diálogos 4
Articulação e organização em rede
Divisão por museu-experiência e povo, diálogo e posterior apresentação no grupo completo.
Perguntas-geradoras
Em grupo
Qual a relação entre organização local e a organização em rede?
Como a relação com o Estado interfere na organização local? Por que?
Como se tomam decisões (sobre o museu) na comunidade?
O que podemos fazer juntos?
Perguntas para a reflexão coletiva
Como avançar na organização nacional da Rede Indígena de Memória e Museologia Social? (questões: funcionamento, estrutura de gestão, atividades anuais, instâncias decisórias coletivas, linhas de atuação conjuntas, critérios para integrar a Rede etc.)
TARDE
14:30hs
Roda de diálogos 5
A visão dos Pajés, caciques e lideranças sobre os museus e a memória indígenas
Mediador: Suzenalson Santos (Museu dos Kanindé-CE)
Participantes: cacique Sotero (Museu dos Kanindé, CE), Nino Fernandes (povo Tikuna, Museu Maguta, AM), Fabrício Narciso dos Santos (povo Karipuna, Museu Kuahí dos povos Indígenas do Oiapoque, AP), cacique João Venança (povo Tremembé de Almofala, CE), Dirce Jorge Lipu (Museu Wowkriwig, TI Vanuíre, SP), Wagner Crowheh Krikati (Cacique do Povo Krikati, Aldeia São José, TI Krikati, Conselho Indígena Pep cahyc Krikati), Dioclécio Manoel do Nascimento (Roberto de Mané Miguel, Quilombo-indígena de Tiririca dos Crioulos-PE, Guardião do Museu Centro Espírita Canzuá do Velho Xangô), Heraldo Alves, (Museu Indígena Jenipapo-Kanindé, CE), Robério Maia (cacique do povo Kapinawá-PE), pajé Luís Caboclo (povo Tremembé de Almofala, CE), Ninawa Huni Kuin (Federação dos Povos Huni Kuin do Acre, FEPHAC), Socorro Kapinawa, Cícero Pereira dos Santos (Associação Indígena Kanindé de Aratuba-AIKA, CE), Luiz Weimylawa Suruí (Museu Paiter A Soe, RO), pajé Raimundinha (povo Tapeba, CE), Rosa Veras (povo Potyguara, CE), Têka Potiguara (Movimento POTIGATAPUYA, CE), Awaé Waura (Comunidade Trumai, Medio Xingu, Mato Grosso-MT), Autiere Damaceno Cotui (Museu Akran Oran Krenak, TI Vanuíre, SP), Carlos Fernandes Guarani (Papá Mirim, Aldeia do Rio Silveira, SP), Cristina Rodrigues Torres (Kariri de Crateús, CE), Sibá Potyguara (Movimento POTIGATAPUYA, CE), Audálio Diniz (povo Kapinawá), Cristine Matias de Lima (Cristine Takuá, Comissão Guarani Yvyrupá, povo Maxacali, MG), Jacira Maria da Conceição (cantadora de samba de coco, povo Kapinawá) Gerolino José Cezar (Povo Terena, TI Araribá, SP), Ricardo Alexandre Silva (Povo Terena, TI Taunay, MS), Ronaldo Iaiati (TI Icatu, Braúna, SP), Lucia Maria Tavares (Museu do Índio Luíza Cantofa e Centro Histórico Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi -RN), José Ronaldo Kapinawá (Museu Kapinawá, PE), Ivo Fontoura (Povo Tukano, Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro, FOIRN), Alzenar Oliveira – Zeno (povo Tupinambá da Serra do Padeiro, Bahia), pajé Barbosa (Museu Indígena Pitaguary, CE).
17:30hs
Palestra
Apropriação e uso de acervos documentais pelos povos indígena no Brasil: problemas, ferramentas digitais e desafios atuais
Ministrante: José Carlos Levinho (Diretor do Museu do Índio-FUNAI, RJ)
NOITE
19hs
Jantar
20:30hs
Noite Cultural
Apresentação dos vídeos do diálogo entre Rede Indígena de Memória e Museologia Social e Unión de Museos Comunitários de Oaxaca (UMCO), México
Canta Índio do Brasil – Apresentação musical do grupo de estudantes da comunidade Nazaré
Vagner Ribeiro (PI) – Roda Curumim nos sertões de dentro (apresentação musical)
Samba de Coco dos Kapinawá
Fogueira e toré
4o- dia
21 de outubro de 2017, sábado
MANHÃ
7hs
Café da manhã
8hs
Mesa-redonda
A presença indígena no Piauí: história, memória, território e políticas públicas
Mediador: Hélder de Sousa, antropólogo (UFPI)
Participantes: Cacique Zé Guilherme (primeiro presidente da Associação Itacoatiara de Piripiri, povo Tabajara), Cacique Henrique Tabajara (Tabajara de Nazaré, Lagoa de São Francisco), pajé Chicão (povo Tabajara de Piripiri-PI), Romeu Tavares (FUNAI-PI), Wellington Dias “Índio” (Governador do Estado do Piauí) e Francisca Cariri (Queimada Nova-PI)
10hs
Roda de diálogos 6
Como avançar na organização nacional da Rede Indígena de Memória e Museologia Social?
Metodologia:
Divisão em grupos interétnicos, diálogo e posterior apresentação no coletivo
Perguntas geradoras:
Em grupo
O que é a Rede Indígena de Memória e Museologia Social e qual seu papel?
Quem são os membros da Rede? Quais os critérios para participar?
Quais são as instâncias de diálogo e decisão da Rede hoje? Como ampliá-los e fortalecê-los?
Quais os canais de comunicação da Rede? Internos e externos?
De que forma podemos financiar as ações da Rede, estimulando a autonomia?
Que ações podemos fazer conjuntamente para nos fortalecer enquanto Rede Indígena de Memória e Museologia Social?
O que podemos fazer uns com os outros, juntos? E como?
Pergunta para a reflexão coletiva:
Qual nossa proposta para a criação de uma instância de gestão coletiva entre os museus indígenas que integram a Rede? Como podem ser? (Propostas sobre composição, dinâmica e funcionamento)
12:00h – Almoço
TARDE
14h
Assembléia Geral da Rede Indígena de Memória e Museologia Social do Brasil
Pauta: Apresentação do mapeamento de museus indígenas no Brasil; apresentação e avaliação dos trabalhos das comissões: Notas do III Fórum (leitura e aprovação), Limpeza do espaço, Dinâmicas, Distribuição de material, Pontualidade; definição da instância de gestão coletiva e tomadas de decisão, sua dinâmica de funcionamento e linhas de atuação prioritárias da Rede; escolha da data e local do III Fórum Nacional de Museus Indígenas (apresentação de candidaturas e definição).
Coordenação: Suzenalson Santos (Museu dos Kanindé/CE) e Ronaldo Siqueira (Museu Kapinawá/PE)
NOITE
20hs
Confraternização de encerramento do III Fórum Nacional de Museus Indígenas do Brasil
Troca de presentes entre os participantes e as delegações participantes
Fogueira e toré
5o- dia
Dia 22 de outubro, domingo
MANHÃ
7hs
Café da manhã
Ritual de encerramento
9hs
Retorno dos participantes

Publicado em Últimas Notícias

O Resgate das Ciências Humanas e das Humanidades Através de Perspectivas Africanas [Coleção], de Helen Lauer e Kofi Anyidoho

CAPA_O-Resgate-das-Ciencias-Humanas-Colecao-4-Volumes-500x500Release: “Publicada em 2012, a obra original foi organizada pelos professores Helen Lauer e Kofi Anyidoho e reúne mais de oitenta textos, inéditos em português, escritos por ideólogos da descolonização e da emancipação intelectual da África.  Em seu conjunto, os autores apresentam interpretação dos desafios e questões com que se deparam  os  povos  africanos  de  uma  perspectiva  própria,  ainda  pouco  conhecida, que busca conjugar autonomia cultural com cidadania e  desenvolvimento. O livro é uma compilação de estudos inspirada inicialmente por um simpósio na Universidade de Gana, em 2003, no esforço de refletir sobre a questão do ponto de vista científico com vistas a restabelecer, no  plano  mais  alto  do  conhecimento,  a   perspectiva  ausente,  resultante  de  longo  período  de  domínio e  exploração  externa,  amparados  em  teorias  que  não  poderiam subsistir  ao  escrutínio  da  História.”

Características detalhada:

Autor: Helen Lauer e Kofi Anyidoho
Editor: FUNAG
Assunto: Vol 1 -1. Ciências humanas. 2. Globalização da economia. 3. África – aspectos sociais. 4. História – África. 5. Cultura – África. 6. Colonização – África. 7. Imperialismo – África. 8. Desenvolvimento social Vol 2 -1. Acumulação de capital. 2. Desenvolvimento socioeconômico – África. 3. Desenvolvimento científico – África. 4. Educação – África. 5. Aids – África. 6. Política de saúde – África. Vol 3 – 1. Gana – aspectos históricos. 2. Literatura – África. 3. Racismo – África. 4. Filosofia – África. 5. Cultura – África. 6. Democracia – África. 7. Identidade nacional – África. 8. Gana. [Constituição (1992)] Vol 4 – 1. Literatura – África. 2. Poesia – África. 3. Cultura – África. 4. História – África. 5. Cultura – África. 6. Teatro – África. 7. Música – África. 8. Línguas africanas.
Ano de edição: 2016
Número de páginas: 664 – Vol 1 / 608 – Vol 2 / 956 – Vol 3 / 736 – Vol 4
ISBN: 978-85-7631-589-6 (Vol 1) / 978-85-7631-619-0 (Vol 2) / 978-85-7631-620-6 (Vol 3) / 978-85-7631-621-3 (Vol 4)
Link para download: https://goo.gl/fAY9q3

Publicado em Últimas Notícias

Fotos do II CONEAB

WhatsApp Image 2017-09-22 at 22.59.08

18/09/2017 – Mesa-redonda 1: Educação para as relações étnico-raciais e história da África | Prof. Dr. João José Reis (UFBA), Profª. Drª. Silvania Núbia Chagas (UPE) e Profª. Drª. Neusa M. M. de Gusmão (UNICAMP).

WhatsApp Image 2017-09-22 at 23.01.53

19/09/2017 – Mesa-redonda 2: Influência das línguas africanas na construção do português brasileiro | Prof. Dr. Dante Lucchesi (UFF), Profª. Drª. Tárcia Regina da Silva (UPE) e Profª. Drª. Margarida Petter (USP)

WhatsApp Image 2017-09-22 at 23.01.35

20/09/2017 – Mesa-redonda 3: África e Brasil: memória e esquecimento | Prof. Dr. Acauam Silvério de Oliveira (UPE), Profª. Drª. Carmem Tindó R. Secco (UFRJ) e Profª. Drª. Silvania Núbia Chagas (UPE).

WhatsApp Image 2017-09-23 at 10.45.27

21/09/2017 – Mesa-redonda 4: África e Brasil: diversidade cultural e sistemas simbólicos | Prof. Dr. Hippolyte Brice Sogbossi (UFS), Profª. Drª. Silvania Núbia Chagas (UPE) e Profª. Drª. Vania Rocha Fialho de Paiva e Souza (UPE).

WhatsApp Image 2017-09-22 at 23.01.36

21/09/2017 – Mesa-redonda 4: África e Brasil: diversidade cultural e sistemas simbólicos | Prof. Dr. Hippolyte Brice Sogbossi (UFS)

WhatsApp Image 2017-09-22 at 23.01.58

 

WhatsApp Image 2017-09-22 at 23.01.50

WhatsApp Image 2017-09-22 at 23.02.03

Publicado em Últimas Notícias