II CONEAB | Membros da mesa-redonda “Educação para as Relações Étnico-Raciais e História da África” | 19/9/17, às 20h

Prof. Dr. João José Reis (UFBA)

Prof. Dr. João José Reis (UFBA)

O pesquisador é a favor da manutenção e valorização do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e a favor do retorno à normalidade democrática no Brasil. Além disso, possui graduação em História pela Universidade Católica do Salvador (1974). Também cursou, sem concluir, Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (1971-75). Obteve título de Mestre em História (1977) e Doutor em História (1982) pela Universidade de Minnesota, EUA. Foi professor visitante nas universidades de Michigan (Ann Arbor), Princeton, Brandeis, Texas (Austin), Harvard e na École des Hautes Études en Sciences Sociales. Foi pesquisador visitante nas seguintes instituições: Universidade de Londres, Center for Advanced Studies in the Behavioral Sciences (Stanford), National Humanities Center (Research Triangle, NC), Harvard University, entre outros. É Professor Titular do Departamento de História da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de História do Brasil Império e de História Atlântica, pesquisando, entre outros, os seguintes temas: história social e cultural da África, da escravidão e do tráfico; resistência escrava; movimentos sociais; atitudes diante da morte. Foi em diversas ocasiões membro do Comitê Assessor de História do CNPq, do qual é Pesquisador 1A. Entre outros prêmios e distinções, recebeu a Comenda do Mérito Científico do Ministério da Ciência e Tecnologia, nas classes de Comendador (2004) e Grã Cruz (2010), e é Membro Honorário Estrangeiro Vitalício da American Historical Association. Seu livro “A morte é uma festa” recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Obra, categoria Ensaio, em 1992, e o Prêmio Haring, da American Historical Association, em 1997, entre outros. Seu livro “O Alufá Rufino: tráfico, escravidão e liberdade no Atlântico negro” (em co-autoria com Flávio Gomes e Marcus Carvalho) recebeu o Prêmio Casa de las Américas (Cuba), categoria Literatura Brasileira, em 2012. Também participou de coletâneas ganhadoras dos prêmios Jabuti e Manoel Bonfim. (Texto informado pelo autor – CV Lattes)


Profª. Drª. Neusa Maria Mendes de Gusmão (UNICAMP)

Profª. Drª. Neusa Maria Mendes de Gusmão (UNICAMP)

Graduação em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1973), mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977) e doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1990). Pós-doc no Instituto de Ciências Sociais – ICS – da Universidade de Lisboa em 1998 e 2002. Livre-Docente na Área de Antropologia e Educação em 2003, FE/UNICAMP e Titular na Área de Antropologia e Educação, FE/UNICAMP em 2009. Professora titular, MS-6 da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia da Educação, atua principalmente nos seguintes temas: cultura, escola, negros, território, direito quilombola, imigração africana. Antropóloga e professora titular (aposentada) do DECISE ? Departamento de Ciências Sociais na Educação e do Programa de Pós Graduação em Educação ? FE/UNICAMP e da Pós-Graduação – Doutorado em Ciências Sociais (Antropologia) do IFCH/UNICAMP (2005/2011). É pesquisadora do CERU/USP. Foi pesquisadora 1D do CNPq entre 1998 e 2008. Dedica-se ao estudo da Antropologia da Educação e das questões étnicas e raciais em diferentes contextos. Membro da ABA ? Associação Brasileira de Antropologia integrou o Grupo de Trabalho sobre ?Terras de Quilombo? da ABA e integrou a Comissão Nacional de Ensino de Antropologia da mesma associação no período de 2004/2006. Além de artigos referidos à antropologia, educação, relações raciais, infância e velhice, organizou e publicou diversas coletâneas. Entre estas, destaca-se a coletânea ?Diversidade, cultura e educação. Olhares cruzados? São Paulo; Biruta, 2003. Publicou os seguintes livros: ?Terra de Pretos, Terra de Mulheres ? terra, mulher e raça num bairro rural negro?. Biblioteca Palmares Nº. 6. Ministério da Cultura ? Fundação Cultural Palmares, Brasília, V. 6. 1995/1996 e ?Os Filhos da África em Portugal. Antropologia, multiculturalidade e educação?. Imprensa de Ciências Sociais/ ICS ? Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Lisboa, 2004 (edição portuguesa). A edição brasileira de mesmo título, adotada institucionalmente por alguns estados brasileiros em função da Lei 10 639, é da Editora Autêntica e foi editado em 2005. Bolsista do Centro de Estudos Sociais – CES/ Universidade de Coimbra, 2011. Professora Visitante da UERJ com bolsa de curta duração pela FAPERJ em 2012. Coordenadora Adjunta de Mestrado Profissional da Área de Antropologia e Arqueologia, junto a CAPES – triênio 2014/2016 (Texto informado pelo autor – CV Lattes)


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